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Noni Mercados

Minimercado autônomo 24 horas dentro do seu condomínio

O condomínio não paga a instalação nem a operação. E recebe um repasse mensal sobre tudo que for vendido.

Operação local, atendida por quem mora na região. A estrutura por trás é de um grupo com mais de 100 lojas funcionando.

Interior de uma loja autônoma montada: prateleiras de mercearia e snacks à esquerda e duas geladeiras de porta de vidro com bebidas e laticínios à direita.
  • 100+ lojas do grupo já funcionando
  • 24h aberta todos os dias, inclusive feriado
  • R$ 0 de custo pro condomínio, do começo ao fim

O que o condomínio ganha com isso

Três coisas, e a primeira costuma surpreender quem acha que minimercado em condomínio é só conveniência.

Receita nova, sem investir um real

O condomínio recebe um repasse mensal calculado sobre as vendas da loja: quanto mais a loja vende, maior o repasse. É dinheiro entrando no caixa todo mês, sem nenhuma linha de despesa do outro lado — dá pra abater taxa condominial, tocar uma obra parada ou reforçar o fundo de reserva.

O percentual é fechado na proposta, junto com o contrato.

Ninguém sai do prédio às duas da manhã

O leite que acabou, o café da manhã, a cerveja no meio do jogo, o salgadinho das dez da noite, o sabão em pó no domingo. A loja fica na área comum, sempre aberta, e atende quem mora ali — inclusive quem não dirige e quem não quer sair à noite.

E nada disso passa pela administração

Abastecimento, limpeza, controle de validade, preço, manutenção e atendimento ao morador são nossos. O síndico não vira gerente de mercado, e o zelador não ganha tarefa nova.

Do primeiro contato à loja aberta

São quatro passos, e você só entra em dois deles. O resto corre por nossa conta.

  1. Visita e medição

    Vamos até o condomínio, medimos o espaço disponível e dizemos na hora se cabe e o que precisa. Sem custo e sem compromisso nenhum.

  2. Aprovação em assembleia

    Levamos a apresentação pronta, o contrato e as respostas das perguntas que sempre aparecem na hora da votação. Se você preferir, apresentamos junto. Você não precisa defender a ideia sozinho.

  3. Instalação sem obra

    Não quebramos parede, não furamos laje, não mexemos na fachada. Chega montado: prateleira, refrigeração, totem de pagamento e câmera. A data é combinada com você antes de começar — ela depende do condomínio e da entrega dos fornecedores, então não prometemos prazo no papel antes de olhar o seu caso.

  4. A partir daí a loja corre por nossa conta

    Abastecemos, limpamos, trocamos o que está perto de vencer, ajustamos o mix pelo que os moradores compram de verdade e atendemos o morador sempre que ele precisa. O condomínio recebe o repasse.

Quanto espaço isso ocupa

A partir de 4 m² — menos que uma vaga de garagem. Se o condomínio tem um canto morto, provavelmente já tem o espaço.

O que o espaço precisa ter

  • Uma tomada comum, 110 ou 220 volts
  • Ponto de internet ou sinal de wi-fi que chegue no local
  • Piso nivelado e área coberta, sem infiltração
  • Acesso pela área comum, sem passar por unidade privativa

Já instalamos em hall de entrada, salão de festas sem uso, antiga guarita, brinquedoteca desativada e corredor largo de garagem.

Loja autônoma completa ocupando o canto de uma sala pequena, com duas gôndolas de madeira cheias de mercearia, snacks, higiene e limpeza.
Uma loja inteira no canto de uma sala. Mercearia, snacks, higiene e limpeza no mesmo módulo.

Como o morador compra

  1. Entra na loja

    Não tem catraca, não tem trava e não tem funcionário. A loja fica na área comum do condomínio e está sempre aberta — o morador entra como entraria em qualquer outro espaço do prédio.

  2. Pega o que quiser

    Prateleira e geladeira abertas, mais de 300 itens entre mercearia, bebida, congelado, higiene e limpeza. O mix se ajusta ao que o prédio compra.

  3. Passa no totem e paga

    Pix, débito ou crédito no totem da loja. Leva o recibo e vai embora.

Gôndola de madeira vista de frente, cheia, com as seções de mercearia e snacks sinalizadas e uma câmera de segurança no alto à esquerda.
Prateleira aberta, sem catraca e sem balcão. A câmera no alto cobre a área de compra.

A pergunta que sempre aparece na assembleia

“E se alguém levar sem pagar?”

Existe perda, sim, e quem diz o contrário está vendendo mal. A loja não tem catraca nem trava: fica aberta na área comum, e confiar no morador faz parte do modelo.

A parte que interessa ao condomínio é esta: a perda é nossa. O condomínio nunca é cobrado por furto, quebra ou produto vencido, não assume responsabilidade sobre o estoque e não entra em nenhum rateio por causa da loja.

  • Câmera cobrindo a lojaA área de compra e o totem ficam sob câmera, com imagem gravada. É assim que se sabe quem entrou, quando, e o que levou.
  • A loja fica dentro do condomínioNão é loja de rua. Quem chega até a prateleira já passou pela portaria, então quem controla a entrada é o próprio condomínio.
  • Monitoramento remotoAcompanhamos venda e estoque à distância. Diferença entre o que saiu da prateleira e o que foi pago aparece rápido.
  • E o fator que mais pesaQuem entra é vizinho, mora ali e vai cruzar com todo mundo no elevador amanhã. Loja de condomínio tem perda muito menor que loja de rua.

Onde atendemos hoje

Operamos com equipe própria nestas cidades, o que significa reposição rápida e alguém indo até a loja quando precisa.

Seu condomínio fica fora dessas cidades? Manda mensagem de todo jeito — dependendo da distância e do tamanho do prédio, a gente atende.

Dúvidas que síndico costuma ter

Quanto o condomínio paga?

Nada. Não há taxa de instalação, mensalidade, aluguel de equipamento nem custo de manutenção. O investimento na loja é nosso e o condomínio entra com o espaço.

Como funciona o repasse?

O condomínio recebe um repasse mensal calculado sobre as vendas da loja, acompanhado do relatório de vendas do período. Quanto mais a loja vende, maior o repasse.

O valor entra como receita do condomínio, e é o síndico, com a assembleia, que decide o destino. O percentual é fechado na proposta, junto com o contrato.

Precisa aprovar em assembleia?

Na maioria dos casos sim, porque envolve uso de área comum. Depende do que diz a convenção do seu condomínio. Preparamos o material da apresentação e vamos junto se você quiser.

Qual o prazo do contrato e como encerra?

Não existe contrato único e fechado. Prazo, renovação e condições de encerramento são definidos caso a caso, porque dependem da convenção do seu condomínio e do que a assembleia aprovar.

Traga a convenção e as exigências que vocês tiverem, e montamos o contrato em cima disso. Os equipamentos são nossos e a retirada também: se um dia vocês quiserem encerrar, o espaço volta pro condomínio como estava.

O condomínio já tem um minimercado de outra marca. Dá pra trocar?

Dá, e é uma conversa que a gente tem com frequência. O caminho depende do prazo e da cláusula de rescisão do contrato atual. Manda o que você tem em mãos que a gente diz se vale a troca e o que muda de repasse e de atendimento.

Quem abastece, limpa e cuida da manutenção?

Nós. Reposição em rota programada, reforço quando a venda sobe, limpeza da loja, troca do que está perto de vencer e assistência aos equipamentos. O condomínio não fornece funcionário, material de limpeza nem mão de obra.

Vende bebida alcoólica? E menor de idade?

Isso é decisão do condomínio, e a gente respeita — pode entrar com bebida, entrar sem, ou entrar e sair depois se a assembleia mudar de ideia.

Vale saber que a loja fica em área comum, sob câmera, e que quem circula ali é morador ou visita autorizada pela portaria: não é uma loja de rua aberta a qualquer pessoa. Se o seu condomínio tem muitos adolescentes e você preferir deixar bebida fora do mix, é só dizer.

E se a loja vender pouco?

O risco é nosso. O condomínio não cobre prejuízo, não completa faturamento mínimo e não deve nada se a venda for baixa — o repasse simplesmente acompanha o que foi vendido. Se depois de alguns meses não fizer sentido pra ninguém, encerramos e retiramos a loja.

O equipamento faz barulho?

O único equipamento com motor é a refrigeração, no nível de um refrigerador de padaria e bem abaixo do de uma bomba de piscina. O movimento é de vizinho entrando e saindo, sem fila e sem balcão, e a reposição acontece em horário combinado com a portaria.

Quanto tempo leva pra abrir?

Varia de condomínio pra condomínio. Depende da obra zero que o espaço precisar, da liberação da administração e da entrega dos fornecedores daquela região — por isso não colocamos um prazo fixo aqui só pra parecer rápido.

Na visita a gente olha o espaço e te dá uma data real. A etapa mais lenta costuma ser a assembleia, não a instalação.

Vamos ver se cabe no seu condomínio

Diz o tamanho do prédio e onde ele fica. Respondemos dizendo se atendemos a região, o que o espaço precisaria e como fica o repasse — antes de qualquer visita.

WhatsApp
(21) 97065-5006
E-mail
contato@nonimercados.com.br
Atendimento
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